A criação da equipe de cheerleading na UFPR vem causando inúmeras discussões sobre conceitos machistas e feministas. A equipe participará das ‘Engenharíadas Paranaense’ e já conta com 18  mulheres e 6 homens.

De um lado está a Associação Atlética C7, dos cursos de Engenharia e Arquitetura e em outro extremo Diretório Central dos Estudantes (DCE). O DCE afirma que ao colocar a equipe de animadoras de torcida em segundo plano, ou seja enquanto as mulheres animam os visitantes, os homens estarão em uma posição de destaque no campo, enquanto as mulheres por sua vez assumirão uma posição de submissão e erotização.

O C7 por outro lado afirma que a criação do grupo de cheerleading  tratou-se de uma questão democrática, onde todos tiveram a chance de participar, inclusive os homens, mas como trata-se de um esporte que exige preceitos de dança e ginástica rítmica, as mulheres acabaram sendo a maioria.

Se a causa da discussão é justa ou não, cabe ao leitor decidir.  A UFPR não se manifestou sobre o caso, porém nos dias 7 e  8 de abril haverá seminários para conscientização a respeito do tema.



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